O que é a TERAPIA FOTODINÂMICA no tratamento do carcinoma basocelular?

O câncer de pele é dividido em dois grupos: o câncer não melanoma (que possui 2 subtipos, o carcinoma basocelular e o espinocelular) e o melanoma, a forma mais grave, porém menos frequente.

O carcinoma basocelular (CBC) é o tipo mais comum de câncer de pele não melanoma, com origem nas células basais da epiderme, a camada mais superficial da pele. De baixa letalidade, pode surgir em áreas do corpo mais expostas ao sol (como rosto, couro cabeludo, ombros e costas), mas também pode afetar outras regiões, com menos frequência.

O CBC pode ser curado se detectado em sua forma inicial. Por isso, fique de olho em pintas, sinais e verrugas que mudam de aparência, crescem, coçam e sangram, e lesões que não cicatrizam em algumas semanas, pois podem ser um indício da doença que, como já dissemos, quando descoberta em fase inicial tem altas chances de cura.

As formas de tratamento do CBC

Após o diagnóstico, o câncer de pele deve ser tratado imediatamente para que não cause problemas na saúde do paciente – como lesões mutilantes. Há várias opções de tratamento para a doença e a modalidade terapêutica será escolhida pelo médico de acordo com o tipo e a gravidade da doença. Dentre as terapias mais comuns, destacamos a excisão cirúrgica (convencional ou Cirurgia Micrográfica de Mohs), a curetagem, a criocirurgia, a cirurgia a laser e a terapia fotodinâmica (TFD).

 

E como funciona a terapia fotodinâmica para o CBC?

Além da eficácia para tratar ceratose actínica, fotoenvelhecimento, verrugas, acne e psoríase, a TFD pode ser uma alternativa para a remoção de tumores de pele superficiais de baixo risco, já que em comparação à cirurgia excisional oferece bons resultados estéticos. A terapia também pode ser utilizada para o tratamento de lesões pré-cancerígenas.

Com a ajuda de um agente fotossensibilizante (metilaminolevulinato – MAL ou   ácido deltaaminolevulínico – ALA), a TFD causa uma reação química ativada por luzes do tipo LED, destruindo seletivamente as células tumorais, sem que ocorra a perda de tecido sadio e com ausência de cicatrizes. E como não é invasiva e de rápida utilização, a técnica pode ser realizada no próprio consultório/ambulatório, sem a necessidade de anestesia, com uma rápida recuperação do paciente.

Informe-se, pergunte e fique por dentro do que há de melhor para você: converse com seu médico sobre as opções terapêuticas de acordo com o seu caso.

 

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