Julho é o mês dedicado à conscientização sobre o câncer de bexiga.
Com mais de 11 mil casos em 2022 segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de bexiga atinge a mucosa que reveste o órgão.
Mais comum em homens acima dos 50 anos, a doença pode ser de três tipos: o carcinoma urotelial (ou carcinoma de células de transição) é o responsável pela maioria dos casos. Há ainda o carcinoma de células escamosas e os adenocarcinomas.
Como este órgão tem como função armazenar a urina, beber bastante água a fim de eliminar as substâncias tóxicas que possam estar presentes e evitar o tempo de contato desses agentes com a mucosa da bexiga é uma das formas de evitar o desenvolvimento da doença.
Como diagnosticar a doença
Diante de sintomas suspeitos, como sangue na urina ou dificuldade para urinar, alguns exames podem ajudar a diagnosticar a doença:
– Exame de urina
– Cistoscopia: exame endoscópico para investigação da região interna da bexiga. Feito com um aparelho chamado cistoscópio, neste exame podem ser retiradas células para realização de biópsia.
– Exames de imagem: tomografia, ultrassonografia e ressonância magnética.
Importância do diagnóstico precoce
Como sempre falamos por aqui, o diagnóstico precoce é muito importante para uma melhor resposta dos tratamentos e a cura da doença.
Para isso, mantenha seus exames de rotina em dia, consulte regularmente um médico e, diante de sintomas suspeitos, não se automedique: busque a ajuda de um especialista.


