As principais mutações genéticas que aumentam o risco de desenvolver um melanoma

Apesar de menos frequente, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer de pele.

Como em todo câncer, não existe uma única “causa”, e sim fatores que aumentam o risco de se desenvolver o melanoma. Alguns fatores são adquiridos ao longo da vida, como a exposição solar; outros são fatores próprios, como cor da pele, olhos e cabelos, número de pintas, histórico de câncer de pele na família, etc.

Em algumas situações, dentre os fatores próprios, encontramos as síndromes hereditárias: situações nas quais o risco de câncer é maior como resultado de alterações no DNA (mutações) que são passadas de geração para geração. As síndromes hereditárias são responsáveis por 6-12% dos casos de melanoma.

As principais síndromes hereditárias e mutações que aumentam o risco do melanoma são:

– Síndrome do nevo displásico ou Síndrome do melanoma familiar, a mais comum, que ocorre a partir de mutações nos genes CDKN2A ou CDK4

– Mutações de BAP1, MC1R ou MITF

– Outras síndromes na qual o risco de outros tumores é maior do que o melanoma: Xeroderma Pigmentoso, mutações de BRCA2, Síndrome de Cowden, etc.

A detecção precoce aumenta o sucesso do tratamento, por isso, fique sempre de olho em sua pele: diante de feridas que não cicatrizam ou manchas e pintas que crescem rapidamente e mudam de cor e formato, busque ajuda médica.

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