Os principais tipos de câncer de pele

O câncer de pele é o tumor mais comum no Brasil. A exposição à radiação ultravioleta, sobretudo através da luz solar, é o maior fator de risco, e pode se somar a outros como pele e olhos claros, muitas pintas, etc.

Os períodos da infância e adolescência são os mais vulneráveis aos efeitos da exposição solar. O excesso de exposição nessas fases pode levar ao desenvolvimento de câncer de pele na vida adulta. Não à toa, os idosos apresentam mais lesões se comparados aos jovens, demonstrando a relevância do fator acumulativo. Outros fatores de risco incluem tratamentos de quimioterapia e radioterapia, além de problemas crônicos de pele, como ceratose actínica.

Os tipos de câncer de pele

O câncer de pele é dividido em dois grandes grupos:  o câncer de pele não melanoma (CPNM), mais comum, e o melanoma (MC), menos frequente.

➔ CPNM: são mais frequentes, porém geralmente menos agressivos. Apresentam altas chances de cura se tratados de forma adequada e precoce.

➔ MC: são menos frequentes, porém podem ter comportamento mais agressivo. Nas fases iniciais, as chances de cura também são bastante altas; em fases mais avançadas, pode desencadear metástases e levar à morte. Porém, uma revolução no tratamento do melanoma avançado ocorreu na última década, aumentando as chances de sucesso.

Prevenção ao câncer de pele

A primeira linha de defesa contra o principal fator de risco do câncer de pele é prevenção. Algumas medidas incluem:

➔ Proteção solar, através de protetores, barreiras, ou evitando exposições prolongadas ou nos horários de pico de insolação (lembrando que câmaras de bronzeamento artificial estão proibidas no Brasil);
➔ Observar sinais suspeitos na pele, que mudam de cor, formato ou tamanho;
➔ Atenção com feridas que não cicatrizam ou com cicatrizes que evoluem;

Diante de qualquer sinal, é importante consultar o dermatologista e, se necessário, o oncologista. Os profissionais devem examinar a pele do paciente para observar a presença de manchas suspeitas e, se necessário, solicitar exames que verifiquem a malignidade para iniciar o tratamento.